Apresentação

Revela um pouco da personagem Velhota, do livro A Velhota e o Caso dos Daguerreótipos.


Escrever para não perder as memórias

Escrever para não perder as memórias, os momentos belos e alegres…para não deixar que sejam trucidados pelo tempo.

Escrever para rir, para criar aventuras possíveis e impossíveis; para divertir e divertir-se. Isso, dizia e digo aos meus alunos. Aproveitei a lição e criei a . Minha família sempre promoveu, na medida do possível, contato com boas leituras, boa música, ópera, teatro… A Velhota carrega muitas lembranças dessa época.

Minha avó dizia que eu gostava muito de ouvir “As Valquírias”, sempre pedindo que colocassem na eletrola o “disco da mulher gritona”. Acho que sempre fui velhota.

A personagem é intrépida, mandona, insubmissa, empreendedora e criativa. Acha que é “descolada”, porque seus bisnetos conversam com ela “de igual para igual”. É sarcástica e debochada. Não admite ser aprisionada por convenções sociais.

As história protagonizadas pela Velhota podem ser caracterizadas como “ficção especulativa e debochativa”; sempre com sarcasmo, ironia e muitas alfinetadas críticas. De acordo com o tema das histórias, com o destino das viagens, demonstra sua ideologia, nada panfletário ou exagerado.

Como escritora de histórias, uso a Velhota para viajar, experimentar o mundo , fixar lembranças  de pessoas queridas, debochar e filosofar.

  

 


Informações

Este texto é original e foi publicado primeiramente no litera mondru.

Link: https://mondru.com

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