Apresentação
Como surgiu a Velhota e como o caso dos daguerreótipos indecentes alavancaram sua magnífica carreira um tanto tardia.
Velhotices – A Velhota em O Caso dos Daguerreótipos
Decidi escrever para não perder as memórias, os momentos bons, para não permitir que fossem trucidados pelo tempo e para celebrar a vida.
As personagens e as situações foram colhidas em minhas experiências pessoais e baseadas nas características de familiares e de amigos queridos.
A Velhota adora viajar, experimentar comidas e vidas. Ama o mar e é Personal Mermaid em Dunas Grandes, além de influencer da terceira idade.
Ela é intrépida, insubmissa, irreverente, descolada (às vezes até demais), sarcástica, mandona e debochada.
Sempre acompanhada de seu grupo de amigas idosas, economiza sua aposentadoria para passear pelo mundo, elucidando mistérios que insistem em aparecer no seu caminho.
Como não admite ser aprisionada por convenções sociais, acredita que envelhecer é libertador.
As histórias da Velhota contém sempre um viés crítico. Através do sarcasmo e da ironia, ela aproveita para dar umas alfinetadas na sociedade.
A primeira história surgiu de um antigo baú familiar, na forma de daguerrótipos cartonados dos anos de 1800, brindes de uma marca de cigarros da época: “Grande Manufactura de Fumos Veado” , que fizeram minha imaginação mirabolar.
Segui contando viagens e aventuras da Velhota e das suas vetustas amigas: no Egito, ficaram entre o Sekhen e o Quipá; deliciaram-se com Elvis em macumba Havaiana; resolveram muitos mistérios inusitados em A Irmandade do Ossobuco, Secretum Secretorum, As madamas, O sobrenome da Rosa, Pomodoro da Discórdia e A Velhota e o Mar.
Agora anda saracoteando em Nova Orleans, onde se deparou com O Caso da Boneca Balzaquiana e quis pegar Um Bonde Chamado Desejo.
Informações
Este texto é original e foi publicado primeiramente no litera mondru.
Link: https://mondru.com
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